Cidade acumulou 277 milímetros de precipitação no mês, maior índice desde o início das medições, em 1988

Cada milímetro de chuva corresponde a um litro de água por metro quadrado.
#PraTodosVerem: Foto da área externa do Museu da Água em um dia chuvoso. Ao centro, um caminho de pedras molhado conduz até um edifício de fachada avermelhada, onde aparece, em letras brancas, a palavra “água”. À esquerda há um gramado inclinado, árvores e um banco. Ao centro, próximo ao caminho, há um poste de concreto com fios elétricos e uma placa de sinalização. À direita, uma passarela com corrimão metálico verde acompanha a vegetação.
Indaiatuba bateu um
recorde histórico e registrou o setembro mais chuvoso dos últimos 38 anos,
desde que o Serviço Autônomo de Água e Esgotos (SAAE) iniciou as medições. A
cidade acumulou 277 milímetros de precipitação no mês.
A autarquia começou
a monitorar o índice pluviométrico em 1988. O pluviômetro oficial do município
está instalado na Estação de Tratamento de Água (ETA-III), no bairro Pimenta.
As aferições são feitas diariamente, com coleta às 7h.
O maior registro
anterior no mesmo mês havia ocorrido em 2015, quando foram contabilizados 206,7
milímetros. A diferença entre os dois anos foi de 70,3 milímetros (variação de 34%).
Cada milímetro corresponde a um litro de água por metro quadrado.
Em 2025, por
exemplo, o acumulado de chuvas em setembro foi de 32,3 milímetros. A ocorrência
de precipitações irregulares é apontada pelos cientistas como um dos principais
efeitos do El Niño no Sudeste do Brasil.
Os dados da série
histórica ficam disponíveis para consulta da população no site do SAAE. Além
disso, semanalmente a autarquia divulga em suas redes sociais oficiais
(Facebook e Instagram) as informações meteorológicas do município.
Consumo
consciente
O volume recorde
registrado em setembro contribuiu para elevar os níveis dos mananciais de
captação do município, como o Rio Capivari-Mirim, o Córrego Barnabé, o Ribeirão
Piraí e as Represas Cupini e Morungaba.
Apesar disso, o
superintendente do SAAE, eng° Sandro Coral, ressalta que a elevação dos
estoques de água não anula a necessidade do uso responsável do recurso por
parte da população, mesmo em períodos de chuva abundante.
"Evitar
desperdícios, identificar vazamentos internos e utilizar a água tratada de
forma consciente continuam sendo atitudes fundamentais para manter a
sustentabilidade ambiental e a eficiência do saneamento", diz.
#PraTodosVerem: Foto
da área externa do Museu da Água em um dia chuvoso. Ao centro, um caminho de
pedras molhado conduz até um edifício de fachada avermelhada, onde aparece, em
letras brancas, a palavra “água”. À esquerda há um gramado inclinado, árvores e
um banco. Ao centro, próximo ao caminho, há um poste de concreto com fios
elétricos e uma placa de sinalização. À direita, uma passarela com corrimão
metálico verde acompanha a vegetação.
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